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Em meio ao surto de Coronavírus, muitas empresas de entretenimento e educação têm se mobilizado para incentivar as pessoas a permanecerem em casa.
Recentemente, a Udemy, plataforma de cursos online, disponibilizou alguns cursos na área da programação e tecnologia, gratuitamente para os usuários. Os cursos podem ser acessados pelo computador, dispositivos móveis e na TV.

Confira alguns dos cursos gratuitos:

Python 3 na Web com Django

Ionic 3 para iniciantes

HTML5 para quem não sabe nada de HTML5

Desenvolvedor Android Iniciante

Curso de C++ – Intermediário

Python para Iniciantes

C e C++ – Fundamentos Para Lógica de Programação

Unreal Engine 4 Essentials – Uma Introdução Detalhada

Criando Páginas Web com o GitHub Pages

Git e contribuições para projetos Open Source

Construa seu site em WordPress de forma simples e rápida

WordPress para Iniciantes

Curso React.js Ninja: Módulo React + Webpack

Aprenda rápido Unity3D

Introdução à Linguagem HTML

C++: Orientação a Objetos – Introdução

Algoritmos e Lógica de programação

Introdução à linguagem JavaScript

Minicurso Qlikview do Zero – Introdução ao Qlik!

Curso de Algoritmos e Lógica de Programação

Introdução à linguagem Python

Introdução à programação de computadores

Terminal Linux

Introdução ao Sistema Operacional Linux

Introdução a banco de dados com MySQL & PHPMyAdmin

Data Science: Visualização de Dados com Python

JavaScript e jQuery para Iniciantes

Introdução à linguagem JavaScript

Introdução à linguagem CSS

Introdução ao PHP orientado a objetos

Curso de programação com Perl para Bioinformática

Introdução à linguagem Python

Boas práticas em PHP

BLAST: Ferramenta de Alinhamentos Locais de Sequências

Modelagem comparativa de proteínas

Web Design com Adobe XD, Bootstrap, GIMP, HTML e Photoshop

Introdução à Criação de Sites Dinâmicos com PHP

Introdução à Linguagem HTML

Além da Udemy, outras empresas como a Claro, Sky e vivo, também se manifestaram e abriram o sinal de canais de televisão temporariamente para assinantes.
Outra empresa que também adotou essa medida, foi a Adobe.
Muitas instituições tiveram suas atividades suspensas, e optaram por dar continuidade ao conteúdo via internet. Dessa forma, a Adobe liberou o acesso também temporário ao Creative Cloud.
A iniciativa irá até dia 31 de maio, e atende tanto alunos do ensino superior, quanto do ensino básico, que usam os aplicativos da Creative Cloud nos computadores de suas respectivas escolas.
A solicitação só poderá ser feita através de um administrador de TI.
A Adobe também ofertará avaliações gratuitas de seus aplicativos por videoconferência (Adobe Connect), para escolas, empresas e agências governamentais, até 1º de julho.

 

Após dez anos de um surto global causado pela Gripe A, a OMS (Organização Mundial de Saúde) decretou estado de pandemia novamente. O motivo é o novo Coronavírus, que surgiu em Wuhan na China em dezembro de 2019, e até o momento já infectou mais de 150 mil pessoas em todo o mundo. 

Uma das grandes diferenças entre a última pandemia, e a situação atual, é sem dúvidas, a possibilidade de acompanha-lá em tempo real. Todos os dias, diversas vezes ao dia a mídia, e a internet acompanham de perto o avanço do coronavírus ao redor do planeta. 

O bombardeamento de informações sobre a covid-19 certamente causa pânico, e o resultado já é visível no aumento do preço de itens de higiene pessoal como álcool gel. 

O problema é grave, e é de extrema importância que nossa atenção esteja voltada para o que está acontecendo, mas também são necessárias notícias boas. 

 

A identificação do vírus ocorreu rapidamente, e em menos de duas semanas após os primeiros casos relatados na China, o genoma já estava disponível. Sabe-se também que apesar do novo Coronavírus sofrer mutação, a frequência de mutações não é muito alta. 

O novo vírus pertence à família da Sars (Síndrome aguda respiratória), e por esse motivo é chamado de SARSCoV2. A doença recebe o nome de Covid-19. 

 

O teste de RT- PCR, que detecta o vírus, já estava disponível em 13 de janeiro para todo o mundo.

Desde a disponibilização desses testes, eles têm sido aperfeiçoados, e tiveram sua sensibilidade e especificidade avaliadas. 

 

A rigorosa quarentena impostas na China estão gerando resultado. Os números de casos confirmados diminuem a cada dia. 

Em outros países pelo mundo, o acompanhamento em tempo real e bem detalhado, permite que os surtos sejam controlados com mais facilidade. 

 

O Coronavírus se espalha muito rapidamente, e provavelmente a maioria da população tenha contato com ele em algum momento. Mas a covid-19 não causa sintomas, ou é leve em 81% dos casos. Em 14% pode causar quadros de pneumonia graves, e em 5% se tornar crítica ou letal. 

 

Apesar do alarde mundial sobre o aumento da infecção, é importante lembrar que a grande maioria dos dados que mídia reproduz são sobre os casos confirmados e o número de mortes. Mas a maioria das pessoas infectadas são curadas. Há 13 vezes mais pacientes curados do que mortos, e a proporção está aumentando. A taxa de letalidade no último sábado (14) era de 3,74%, entre as cerca de 150 mil pessoas que contraíram o vírus, 5.614 morreram.  Ainda que a taxa de mortalidade entre idosos seja um pouco elevada, só 3% dos casos atingem menores de 20 anos. E em menores de 40 anos a taxa de letalidade é de 0,2%. 

Nas crianças os sintomas são leves, e o vírus pode passar despercebido. 

 

O vírus é facilmente inativado, com cuidados simples de higiene, como a limpeza regular das mãos com água e sabão. 

 

A busca por uma vacina, e a reunião de informações sobre o novo Coronavírus tem gerado esforços em todo o planeta, já estão disponíveis mais de 150 artigos científicos, sobre vacinas, tratamentos, epidemiologia, genética e filogenia, diagnóstico e aspectos clínicos.

 

Na última sexta-feira (13), foi divulgado que o primeiro paciente diagnosticado com a covid-19 no Brasil, está curado. 

 

Embora existam algumas notícias boas sobre o novo Coronavírus, é importante ressaltar novamente que o problema é sério. As medidas de quarentena impostas pelo país devem ser respeitadas, para que a transmissão em massa seja evitada. A higienização das mãos com frequência, e o isolamento em momentos que há possibilidade, são ações pequenas, mas que podem ajudar a diminuir o contágio. 

Recentemente a OMS (Organização Mundial de Saúde) decretou pandemia do novo coronavírus. Até o momento, são mais de 100 mil infectados e 4 mil mortes registradas por todo o mundo. O Mas qual a diferença dessas classificações?

O primeiro ponto a ser esclarecido, é que essas classificações não dependem do número de infectados, e sim de como a doença atinge determinada região, ou o planeta.

Surto 

É considerado surto quando há um aumento súbito de casos, que ultrapassa o esperado pelas autoridades,  em uma região específica, como em um bairro, por exemplo.

Epidemia

A epidemia acontece quando se elevam os casos de surto de uma doença em diversas regiões. Por exemplo, quando o surto atinge diversos bairros de um município, pode-se considerar uma epidemia municipal, em seguida uma epidemia estadual, que é quando vários estados apresentam casos da doença, e epidemia nacional quando os casos se espalham pelas regiões do país. Como aconteceu recentemente com os casos de dengue no Brasil, em que diversas cidades decretaram epidemia.

Pandemia

A palavra “pandemia” por si já causa pânico, e por isso a OMS só decreta pandemia se a doença alcançar níveis mundiais, tendo casos confirmados em todos os continentes. É quando uma epidemia se espalha pelo mundo. O último registro de pandemia foi em 2009, quando a gripe A (h1n1) registrou casos em todo o planeta.

Endemia

A endemia é quando uma doença atinge um local com muita frequência, podendo ou não ser sazonais (próprio de uma estação específica do ano). Por exemplo, a febre amarela no norte do Brasil.

Como essas classificações afetam na manuseio do novo vírus? Servem para que os países fiquem alertas e intensifiquem medidas de contensão para conter a disseminação, e possam atender os infectados adequadamente.

 

Com a evolução dos Smartphones, ter acesso a uma câmera de qualidade por um preço acessível se tornou cada vez mais fácil. Todos os dias são compartilhadas milhares de imagens produzidas através dessas tecnologias portáteis nas mídias sociais.

A popularização dos smartphones, celulares que possuem funcionalidades avançadas com recurso de computadores, tornou esse utensílio uma ferramenta importante no nosso dia a dia. Há muito tempo os celulares deixaram de ser apenas um meio de comunicação, e assumiram um papel indispensável. É possível armazenar e operar uma vida inteira através desses aparelhos, desde uma simples ligação, a transferências bancárias.

Além das funcionalidades que facilitam a nossa rotina, os aparelhos celulares se tornaram um importante mecanismo de trabalho. Através do aprimoramento das câmeras presentes nos dispositivos, é possível produzir resultados semelhantes aos de equipamentos profissionais. A produção de conteúdo visual por meio de câmeras de Smartphones tem crescido nos últimos anos.

É seguindo esse avanço que começa o 2º Festival de Cinema Filmaê, que apresenta filmes produzidos exclusivamente com celulares, tablets e GoPro.

O Festival possui apoio do FAC (Fundo de Apoio a Cultura), e é de âmbito nacional. Tem o objetivo de incentivar a produção de conteúdo cinematográfico por meio dessas mídias. A primeira edição ocorreu em 2018 e contou 123 inscrições. Esse ano, o Festival cresceu e teve 330 filmes nacionais, e 805  internacionais inscritos.

Foram selecionadas 117 produções, que serão exibidos no Espaço Cultural Renato Russo, em Brasília, entre 13 e 15 de março. São julgados por um Júri Oficial que elege os melhores filmes de cada gênero, e pelo Júri Popular que vota através do site do evento, para Melhor Direção, Melhor Interpretação, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Edição e Melhor Filme na Escolha Popular. Os filmes internacionais não participam da Mostra Competitiva.

 

A programação e mais informações você pode conferir pelo site:

https://www.filmae.com.br/

 

Quebrando uma tradição de quase um século, pela primeira vez na história do Oscar, um filme estrangeiro leva a categoria de Melhor filme. Parasita teve seis indicações, vencendo quatro categorias: Melhor diretor, Melhor filme internacional, Melhor roteiro original e Melhor filme, deixando para trás produções predominantemente americanas. 

A vitória inédita do longa sul coreano não só representa o possível início de uma nova era de visibilidade para o  cinema coreano, como também carrega um significado que impacta toda a indústria cinematográfica do país. 

Após um longo período de ditadura instaurado em 1961, que durou por 26 anos, a Coréia do Sul reinventou sua maneira de fazer cinema, abrindo possibilidades para a indústria nacional. Com a restauração dos direitos civis em 1987, o interesse pelas artes, que havia sido interrompido pela censura implantada no país, ressurgiu. A criação de leis de incentivo como cotas para filmes nacionais nas salas de cinema locais, e a implementação de cinema como disciplina escolar, fez com que o interesse nacional pela produção cinematográfica se ampliasse, facilitando a criação de um público voltado para essas obras. Com a popularização do cinema, grandes marcas como Samsung e Hyundai passaram a investir no cinema local, percebendo a ascensão da indústria coreana. 

Atualmente a Coréia do Sul é a  quinta maior indústria cinematográfica do mundo, e se torna cada vez mais presente nos festivais ao redor do planeta. 

A vitória de Parasita está envolta de significados dentro da premiação. Além da visibilidade para filmes coreanos, pode também representar uma nova era para o cinema internacional. Hollywood é o vencedor tradicional do Oscar desde a sua criação em 1929, mas isso pode estar mudando em breve! 

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