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O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) foi oficialmente adiado na tarde desta quarta-feira (20).

De acordo com a nota oficial divulgada hoje, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e o Ministério da Educação (MEC), decidiram adiar a realização do exame “em 30 a 60 dias em relação ao que foi previsto nos editais”. 

O cronograma já havia sofrido alterações em outubro, quando o Inep alterou a data da aplicação digital, que ocorreria nos dias 11 e 18 de outubro, para os dias 22 e 29 de novembro. 

Entretanto, diante do avanço da pandemia do novo Coronavírus, os estudantes, que estão com as aulas presenciais paralisadas desde março, reivindicaram o adiamento das provas, alegando que não é possível se preparem adequadamente. 

Ainda na terça, o Ministério da Educação, afirmou que consultaria em junho os inscritos sobre a possível alteração das datas, a partir da “página do participante” diretamente na plataforma de inscrição. Agora, frente a decisão favorável ao adiamento, votada ontem (19) no senado, o governo disse que irá realizar uma consulta com os participantes para definir as novas datas. 

As inscrições continuam abertas até às 23h59 do dia 22 de maio (sexta-feira).

Cronograma antigo 

A versão digital estava prevista para os dias 22 e 29 de novembro, já a prova tradicional aconteceria nos dia 1º e 8 de novembro.

Posicionamento do MEC e INEP 

NOTA OFICIAL | Adiamento do Enem 2020

“Atento às demandas da sociedade e às manifestações do Poder Legislativo em função do impacto da pandemia do coronavírus no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e o Ministério da Educação (MEC) decidiram pelo adiamento da aplicação dos exames nas versões impressa e digital. As datas serão adiadas de 30 a 60 dias em relação ao que foi previsto nos editais.

Para tanto, o Inep promoverá uma enquete direcionada aos inscritos do Enem 2020, a ser realizada em junho, por meio da Página do Participante. As inscrições para o exame seguem abertas até as 23h59 desta sexta-feira, 22 de maio.”

Minutos após Luiz Henrique Mandetta anunciar no Twitter a sua demissão, nesta quinta-feira, 16, a imprensa internacional começou a noticiar o acontecido. Os principais veículos destacaram a popularidade de Mandetta e o seu apelo em favor das medidas de isolamento social para conter a propagação da Covid-19 no Brasil, que já reportou 30.425 casos da doença e 1.924 mortes, segundo o Ministério.

Vários jornais internacionais publicaram a matéria, pelo fato de em meio a uma pandemia um Ministro da Saúde perder seu cargo.

Na América Latina, o argentino Clarín disse que a saída de Mandetta era “esperada, mas envolve enormes riscos políticos e de saúde, uma vez que o país deve entrar em breve no momento mais agudo da pandemia de coronavírus.”

Um jornal americano alega que a constante atenção dada pelos brasileiros ao embate entre o presidente e o ex-ministro ao longo desta semana ofuscou questões sobre a situação dos surtos da Covid-19 no país. “Dada a severamente limitada capacidade de testes no Brasil, acredita-se que os casos e as mortes estejam subnotificados significativamente. Mas grande parte do foco do país nos últimos dias estava na especulação generalizada de que Bolsonaro estava prestes a demitir Mandetta”.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou neste domingo (15/03), que o número de casos de coronavírus confirmados em Brasília subiu para 14, tendo o aumento de  6 casos em 1 dia.

Ao todo, 158 notificações de coronavírus na capital continuam sendo investigadas e 84 foram descartadas. O primeiro caso do novo coronavírus no DF foi confirmado no dia 5 de março. A paciente, uma mulher de 52 anos, que teria voltado de viagem à Europa, permanece internada em estado grave no Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

Fique por dentro dos casos confirmados em todo o mundo em tempo real (clique aqui)

Nesta quarta-ferira (11) foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF)  o decreto editado pelo governador Ibaneis Rocha suspendendo as aulas na rede pública e privada, eventos, festas e missas por cinco dias. A medida é resultado da ameaça de epidemia na capital federal provocada pela disseminação do novo coronavírus, que já atingiu vários países e foi classificada  hoje como pandemia pela Organização Nacional de Sáude (OMS). No DF já foram confirmados 2 casos da COVID-19.

No decreto, Ibaneis Rocha justifica a medida adotada pela menção da OMS divulgada nesta quarta-feira, que classificou o novo coronavírus como uma pandemia. No texto publicado é ressaltado ainda que a “saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação, na forma do artigo 196 da Constituição da República” e que, por isso, considera que a situação “demanda o emprego urgente de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, a fim de evitar a disseminação da doença no Distrito Federal”.

Além de suspender as aulas, Ibaneis estendeu a medida para eventos que exijam licenças do Governo do Distrito Federal. Sejam eles de qualquer natureza, que exijam licença do Poder Público, com público superior a 100 pessoas, como: atividades educacionais em todas as escolas, universidades e faculdades, das redes de ensino pública e privada.

O Ministério da Saúde informou nesta  quarta-feira (26/02) o primeiro caso de coronavírus no Brasil. Trata-se de um brasileiro de 61 anos que esteve na Itália entre 9 e 21 de fevereiro.

O caso aconteceu no estado de São Paulo, pessoas da família e quem esteve no mesmo avião do infectado estão em observação, algumas destas pessoas tiveram sintomas semelhantes aos do COVID-19.

O segundo caso confirmado também ocorreu em São Paulo, um homem de 32 anos que também esteve na Itália, o caso foi confirmado neste sábado (29/02).

Além dos casos confirmados ainda se sabe que cerca de 250 pessoas tem suspeita de COVID_19 no Brasil, já são exatamente 252 casos suspeitos.

De acordo com o ministério, ainda não existem evidências de que o novo coronavírus esteja circulando em território brasileiro.

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