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O grupo de hackers Anonymous decidiu se manifestar no Twitter em meio às turbulências nos EUA envolvendo o caso George Floyd, um homem negro que foi morto durante uma abordagem policial.

Em vídeo publicado na manhã de 31 de maio, o perfil da organização enviou uma mensagem à polícia norte-americana, e ameaçou expor “muitos crimes” cometidos pela polícia ao mundo todo.

No vídeo, o Anonymous diz que ”as pessoas estão cansadas da corrupção e da violência de uma organização que promete mantê-las seguras”.

Pronunciamento escrito :

“Policiais que matam pessoas e cometem outros crimes precisam ser responsabilizados, como todos nós. Caso contrário, eles acreditarão que têm licença para fazer o que quiserem. Você vai dizer que este é apenas o trabalho de algumas maçãs podres, mas o que falar de oficiais que não fazem nada enquanto cometem ofensas contra as pessoas que encontram? E os departamentos de polícia que se recusam a processar esses criminosos como se fossem um dos cidadãos que eles juraram proteger? As pessoas se cansaram dessa corrupção e violência de uma organização que promete mantê-las seguras. Após os eventos dos últimos anos, muitas pessoas agora estão começando a aprender que vocês não estão aqui para nos salvar, mas sim para nos oprimir e realizar a vontade da classe dominante criminal. Vocês estão aqui para manter a ordem das pessoas no controle. De fato, você é o próprio mecanismo que as elites usam para continuar seu sistema global de opressão, e o planeta finalmente está acordando para isso. Eles estão ficando cada vez mais zangados toda vez que veem sangue sem necessidade derramado sem consequências. Os oficiais devem enfrentar acusações criminais, e o oficial Chauvin , especialmente, deve enfrentar acusações de assassinato. Infelizmente, não confiamos na sua organização corrupta para fazer justiça, então estaremos expondo seus muitos crimes ao mundo. Nos aguarde”

Minutos após Luiz Henrique Mandetta anunciar no Twitter a sua demissão, nesta quinta-feira, 16, a imprensa internacional começou a noticiar o acontecido. Os principais veículos destacaram a popularidade de Mandetta e o seu apelo em favor das medidas de isolamento social para conter a propagação da Covid-19 no Brasil, que já reportou 30.425 casos da doença e 1.924 mortes, segundo o Ministério.

Vários jornais internacionais publicaram a matéria, pelo fato de em meio a uma pandemia um Ministro da Saúde perder seu cargo.

Na América Latina, o argentino Clarín disse que a saída de Mandetta era “esperada, mas envolve enormes riscos políticos e de saúde, uma vez que o país deve entrar em breve no momento mais agudo da pandemia de coronavírus.”

Um jornal americano alega que a constante atenção dada pelos brasileiros ao embate entre o presidente e o ex-ministro ao longo desta semana ofuscou questões sobre a situação dos surtos da Covid-19 no país. “Dada a severamente limitada capacidade de testes no Brasil, acredita-se que os casos e as mortes estejam subnotificados significativamente. Mas grande parte do foco do país nos últimos dias estava na especulação generalizada de que Bolsonaro estava prestes a demitir Mandetta”.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou neste domingo (15/03), que o número de casos de coronavírus confirmados em Brasília subiu para 14, tendo o aumento de  6 casos em 1 dia.

Ao todo, 158 notificações de coronavírus na capital continuam sendo investigadas e 84 foram descartadas. O primeiro caso do novo coronavírus no DF foi confirmado no dia 5 de março. A paciente, uma mulher de 52 anos, que teria voltado de viagem à Europa, permanece internada em estado grave no Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

Fique por dentro dos casos confirmados em todo o mundo em tempo real (clique aqui)

Nesta quarta-ferira (11) foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF)  o decreto editado pelo governador Ibaneis Rocha suspendendo as aulas na rede pública e privada, eventos, festas e missas por cinco dias. A medida é resultado da ameaça de epidemia na capital federal provocada pela disseminação do novo coronavírus, que já atingiu vários países e foi classificada  hoje como pandemia pela Organização Nacional de Sáude (OMS). No DF já foram confirmados 2 casos da COVID-19.

No decreto, Ibaneis Rocha justifica a medida adotada pela menção da OMS divulgada nesta quarta-feira, que classificou o novo coronavírus como uma pandemia. No texto publicado é ressaltado ainda que a “saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação, na forma do artigo 196 da Constituição da República” e que, por isso, considera que a situação “demanda o emprego urgente de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, a fim de evitar a disseminação da doença no Distrito Federal”.

Além de suspender as aulas, Ibaneis estendeu a medida para eventos que exijam licenças do Governo do Distrito Federal. Sejam eles de qualquer natureza, que exijam licença do Poder Público, com público superior a 100 pessoas, como: atividades educacionais em todas as escolas, universidades e faculdades, das redes de ensino pública e privada.

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