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Após dez anos de um surto global causado pela Gripe A, a OMS (Organização Mundial de Saúde) decretou estado de pandemia novamente. O motivo é o novo Coronavírus, que surgiu em Wuhan na China em dezembro de 2019, e até o momento já infectou mais de 150 mil pessoas em todo o mundo. 

Uma das grandes diferenças entre a última pandemia, e a situação atual, é sem dúvidas, a possibilidade de acompanha-lá em tempo real. Todos os dias, diversas vezes ao dia a mídia, e a internet acompanham de perto o avanço do coronavírus ao redor do planeta. 

O bombardeamento de informações sobre a covid-19 certamente causa pânico, e o resultado já é visível no aumento do preço de itens de higiene pessoal como álcool gel. 

O problema é grave, e é de extrema importância que nossa atenção esteja voltada para o que está acontecendo, mas também são necessárias notícias boas. 

 

A identificação do vírus ocorreu rapidamente, e em menos de duas semanas após os primeiros casos relatados na China, o genoma já estava disponível. Sabe-se também que apesar do novo Coronavírus sofrer mutação, a frequência de mutações não é muito alta. 

O novo vírus pertence à família da Sars (Síndrome aguda respiratória), e por esse motivo é chamado de SARSCoV2. A doença recebe o nome de Covid-19. 

 

O teste de RT- PCR, que detecta o vírus, já estava disponível em 13 de janeiro para todo o mundo.

Desde a disponibilização desses testes, eles têm sido aperfeiçoados, e tiveram sua sensibilidade e especificidade avaliadas. 

 

A rigorosa quarentena impostas na China estão gerando resultado. Os números de casos confirmados diminuem a cada dia. 

Em outros países pelo mundo, o acompanhamento em tempo real e bem detalhado, permite que os surtos sejam controlados com mais facilidade. 

 

O Coronavírus se espalha muito rapidamente, e provavelmente a maioria da população tenha contato com ele em algum momento. Mas a covid-19 não causa sintomas, ou é leve em 81% dos casos. Em 14% pode causar quadros de pneumonia graves, e em 5% se tornar crítica ou letal. 

 

Apesar do alarde mundial sobre o aumento da infecção, é importante lembrar que a grande maioria dos dados que mídia reproduz são sobre os casos confirmados e o número de mortes. Mas a maioria das pessoas infectadas são curadas. Há 13 vezes mais pacientes curados do que mortos, e a proporção está aumentando. A taxa de letalidade no último sábado (14) era de 3,74%, entre as cerca de 150 mil pessoas que contraíram o vírus, 5.614 morreram.  Ainda que a taxa de mortalidade entre idosos seja um pouco elevada, só 3% dos casos atingem menores de 20 anos. E em menores de 40 anos a taxa de letalidade é de 0,2%. 

Nas crianças os sintomas são leves, e o vírus pode passar despercebido. 

 

O vírus é facilmente inativado, com cuidados simples de higiene, como a limpeza regular das mãos com água e sabão. 

 

A busca por uma vacina, e a reunião de informações sobre o novo Coronavírus tem gerado esforços em todo o planeta, já estão disponíveis mais de 150 artigos científicos, sobre vacinas, tratamentos, epidemiologia, genética e filogenia, diagnóstico e aspectos clínicos.

 

Na última sexta-feira (13), foi divulgado que o primeiro paciente diagnosticado com a covid-19 no Brasil, está curado. 

 

Embora existam algumas notícias boas sobre o novo Coronavírus, é importante ressaltar novamente que o problema é sério. As medidas de quarentena impostas pelo país devem ser respeitadas, para que a transmissão em massa seja evitada. A higienização das mãos com frequência, e o isolamento em momentos que há possibilidade, são ações pequenas, mas que podem ajudar a diminuir o contágio. 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou neste domingo (15/03), que o número de casos de coronavírus confirmados em Brasília subiu para 14, tendo o aumento de  6 casos em 1 dia.

Ao todo, 158 notificações de coronavírus na capital continuam sendo investigadas e 84 foram descartadas. O primeiro caso do novo coronavírus no DF foi confirmado no dia 5 de março. A paciente, uma mulher de 52 anos, que teria voltado de viagem à Europa, permanece internada em estado grave no Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

Fique por dentro dos casos confirmados em todo o mundo em tempo real (clique aqui)

Recentemente a OMS (Organização Mundial de Saúde) decretou pandemia do novo coronavírus. Até o momento, são mais de 100 mil infectados e 4 mil mortes registradas por todo o mundo. O Mas qual a diferença dessas classificações?

O primeiro ponto a ser esclarecido, é que essas classificações não dependem do número de infectados, e sim de como a doença atinge determinada região, ou o planeta.

Surto 

É considerado surto quando há um aumento súbito de casos, que ultrapassa o esperado pelas autoridades,  em uma região específica, como em um bairro, por exemplo.

Epidemia

A epidemia acontece quando se elevam os casos de surto de uma doença em diversas regiões. Por exemplo, quando o surto atinge diversos bairros de um município, pode-se considerar uma epidemia municipal, em seguida uma epidemia estadual, que é quando vários estados apresentam casos da doença, e epidemia nacional quando os casos se espalham pelas regiões do país. Como aconteceu recentemente com os casos de dengue no Brasil, em que diversas cidades decretaram epidemia.

Pandemia

A palavra “pandemia” por si já causa pânico, e por isso a OMS só decreta pandemia se a doença alcançar níveis mundiais, tendo casos confirmados em todos os continentes. É quando uma epidemia se espalha pelo mundo. O último registro de pandemia foi em 2009, quando a gripe A (h1n1) registrou casos em todo o planeta.

Endemia

A endemia é quando uma doença atinge um local com muita frequência, podendo ou não ser sazonais (próprio de uma estação específica do ano). Por exemplo, a febre amarela no norte do Brasil.

Como essas classificações afetam na manuseio do novo vírus? Servem para que os países fiquem alertas e intensifiquem medidas de contensão para conter a disseminação, e possam atender os infectados adequadamente.

Nesta quarta-ferira (11) foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF)  o decreto editado pelo governador Ibaneis Rocha suspendendo as aulas na rede pública e privada, eventos, festas e missas por cinco dias. A medida é resultado da ameaça de epidemia na capital federal provocada pela disseminação do novo coronavírus, que já atingiu vários países e foi classificada  hoje como pandemia pela Organização Nacional de Sáude (OMS). No DF já foram confirmados 2 casos da COVID-19.

No decreto, Ibaneis Rocha justifica a medida adotada pela menção da OMS divulgada nesta quarta-feira, que classificou o novo coronavírus como uma pandemia. No texto publicado é ressaltado ainda que a “saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação, na forma do artigo 196 da Constituição da República” e que, por isso, considera que a situação “demanda o emprego urgente de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, a fim de evitar a disseminação da doença no Distrito Federal”.

Além de suspender as aulas, Ibaneis estendeu a medida para eventos que exijam licenças do Governo do Distrito Federal. Sejam eles de qualquer natureza, que exijam licença do Poder Público, com público superior a 100 pessoas, como: atividades educacionais em todas as escolas, universidades e faculdades, das redes de ensino pública e privada.

O Ministério da Saúde informou nesta  quarta-feira (26/02) o primeiro caso de coronavírus no Brasil. Trata-se de um brasileiro de 61 anos que esteve na Itália entre 9 e 21 de fevereiro.

O caso aconteceu no estado de São Paulo, pessoas da família e quem esteve no mesmo avião do infectado estão em observação, algumas destas pessoas tiveram sintomas semelhantes aos do COVID-19.

O segundo caso confirmado também ocorreu em São Paulo, um homem de 32 anos que também esteve na Itália, o caso foi confirmado neste sábado (29/02).

Além dos casos confirmados ainda se sabe que cerca de 250 pessoas tem suspeita de COVID_19 no Brasil, já são exatamente 252 casos suspeitos.

De acordo com o ministério, ainda não existem evidências de que o novo coronavírus esteja circulando em território brasileiro.

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