Envelhecimento do sistema imunológico pode ser causado pelo estresse.

Pesquisas recentes concluíram que o estresse social pode causar envelhecimento prematuro do sistema imunológico, além do envelhecimento das células T.

por Caio Luiz Silva Barbosa

A partir de um estudo recente publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, PNAS, denominado estudo de Klopack, concluiu-se que eventos de estresse social contribuem para o envelhecimento do sistema imunológico humano. Fatores como racismo e injustiça familiar aumentam gradualmente o risco. Portanto, além do envelhecimento natural que já ocorre com o crescimento, há muita resiliência nessas áreas.

Por causa dessa condição chamada imunossenescência, uma pessoa corre o risco de desenvolver doenças cardíacas, câncer e inúmeras outras doenças relacionadas ao crescimento. Outro ponto importante a ser observado é que o envelhecimento prematuro reduz a eficácia de vacinas como a COVID 19.

Segundo Koplack, autor do estudo, essas pessoas tinham um pequeno número de combatentes do vírus que traziam novas infecções, além de terem um grande número de células T envelhecidas.

Essas células T são responsáveis ​​por combater infecções e câncer, seja produzindo citocinas ou eliminando o vírus. Essa célula vital do nosso corpo ajuda a “matar” as chamadas células zumbis, pois aquelas que estão inativas, não se diferenciam, mas não morrem automaticamente.

O estresse excessivo é tóxico para o nosso corpo. Quando os hormônios são distribuídos no corpo, as conexões cerebrais mudam, então tomamos decisões diferentes, pensando negativamente, entre outros problemas. Assim, o estresse persistente pode causar o Transtorno de Ansiedade Generalizada, TAG, além de causar mais perturbações nas oscilações de humor.

Portanto, todas essas condições afetam diretamente o funcionamento do organismo, afetando o sistema imunológico e até mesmo o metabolismo. Para evitar isso, é recomendável que você se exercite e coma bem. Outra prática que pode ajudar na meditação.

A partir de um estudo recente publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, PNAS, denominado estudo de Klopack, concluiu-se que eventos de estresse social contribuem para o envelhecimento do sistema imunológico humano. Fatores como racismo e injustiça familiar aumentam gradualmente o risco. Portanto, além do envelhecimento natural que já ocorre com o crescimento, há muita resiliência nessas áreas.

Por causa dessa condição chamada imunossenescência, uma pessoa corre o risco de desenvolver doenças cardíacas, câncer e inúmeras outras doenças relacionadas ao crescimento. Outro ponto importante a ser observado é que o envelhecimento prematuro reduz a eficácia de vacinas como a COVID 19.

Segundo Koplack, autor do estudo, essas pessoas tinham um pequeno número de combatentes do vírus que traziam novas infecções, além de terem um grande número de células T envelhecidas.

Essas células T são responsáveis ​​por combater infecções e câncer, seja produzindo citocinas ou eliminando o vírus. Essa célula vital do nosso corpo ajuda a “matar” as chamadas células zumbis, pois aquelas que estão inativas, não se diferenciam, mas não morrem automaticamente.

O estresse excessivo é tóxico para o nosso corpo. Quando os hormônios são distribuídos no corpo, as conexões cerebrais mudam, então tomamos decisões diferentes, pensando negativamente, entre outros problemas. Assim, o estresse persistente pode causar o Transtorno de Ansiedade Generalizada, TAG, além de causar mais perturbações nas oscilações de humor.

Portanto, todas essas condições afetam diretamente o funcionamento do organismo, afetando o sistema imunológico e até mesmo o metabolismo. Para evitar isso, é recomendável que você se exercite e coma bem. Outra prática que pode ajudar na meditação.

A partir de um estudo recente publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, PNAS, denominado estudo de Klopack, concluiu-se que eventos de estresse social contribuem para o envelhecimento do sistema imunológico humano. Fatores como racismo e injustiça familiar aumentam gradualmente o risco. Portanto, além do envelhecimento natural que já ocorre com o crescimento, há muita resiliência nessas áreas.

Por causa dessa condição chamada imunossenescência, uma pessoa corre o risco de desenvolver doenças cardíacas, câncer e inúmeras outras doenças relacionadas ao crescimento. Outro ponto importante a ser observado é que o envelhecimento prematuro reduz a eficácia de vacinas como a COVID 19.

Segundo Koplack, autor do estudo, essas pessoas tinham um pequeno número de combatentes do vírus que traziam novas infecções, além de terem um grande número de células T envelhecidas.

Essas células T são responsáveis ​​por combater infecções e câncer, seja produzindo citocinas ou eliminando o vírus. Essa célula vital do nosso corpo ajuda a “matar” as chamadas células zumbis, pois aquelas que estão inativas, não se diferenciam, mas não morrem automaticamente.

O estresse excessivo é tóxico para o nosso corpo. Quando os hormônios são distribuídos no corpo, as conexões cerebrais mudam, então tomamos decisões diferentes, pensando negativamente, entre outros problemas. Assim, o estresse persistente pode causar o Transtorno de Ansiedade Generalizada, TAG, além de causar mais perturbações nas oscilações de humor.

Portanto, todas essas condições afetam diretamente o funcionamento do organismo, afetando o sistema imunológico e até mesmo o metabolismo. Para evitar isso, é recomendável que você se exercite e coma bem. Outra prática que pode ajudar na meditação.

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