| Agência de Publicidade e Marketing 360º

Mini carrinho

Você sabe por onde começar a montar a estratégia de marketing da sua empresa? Se não, esse artigo é especialmente pra você!

Administrar uma empresa não é fácil. A correria do dia a dia é intensa, e nem sempre sobra tempo para planejar campanhas de marketing. É comum surgirem dúvidas de por onde começar esse processo: criar um perfil nas redes sociais, desenvolver um site, investir em campanhas Google… São inúmeras possibilidades. E sendo uma parte importante para o sucesso do seu negócio, não dá para deixar de lado!

A internet se tornou uma forte aliada para o mundo do marketing nos últimos anos. Sendo uma ferramenta acessível, e prática, muitas empresas tem investido na criação de campanhas de marketing voltadas quase exclusivamente para as plataformas digitais.

Estar presente na internet é imprescindível para atrair novos clientes. As redes sociais elevaram o conceito de interação social, tornando-se uma das mais poderosas ferramentas de comunicação do mundo contemporâneo. Se sua empresa marca presença nas redes, e produz conteúdo de valor, automaticamente você fará novas conexões.  Mas isso não é tudo. E aí que entra a consultoria de marketing.

Alguns empresários têm receio de contratar uma empresa ou profissional especializado na área por acreditar que a terceirização do serviço afetaria a qualidade e personalidade da marca. Porém, se você é está trabalhando sozinho, ou está começando, é possível que não domine as estratégias mais adequadas para o seu negócio.

E para te ajudar a decidir, fizemos esse post explicando como funciona uma consultoria de marketing!

O que é uma consultoria de marketing?

A consultoria de marketing atua na área de criação e análise de estratégias de divulgação da sua marca. Ou seja, te auxilia a desenvolver as melhores táticas para atrais novos clientes, orientando pelos caminhos que terão mais efeito.

Porém, é necessário destacar que a consultoria de marketing é diferente da assessoria de marketing. A consultoria tem o objetivo apenas de orientar, realizar diagnósticos, e apontar a direção correta para sua estratégia. Já a assessoria, atua desde o planejamento até a execução e análise.

O que esperar de uma consultoria?

1. Diagnóstico

Um dos principais objetivos da consultoria de marketing, é realizar uma análise detalhada sobre o atual cenário das estratégias da empresa, apontando os pontos fortes e os que precisam de mais atenção. Para isso, a empresa, ou profissional especializado irá analisar todo o circuito de marketing, desde os processos físicos até a presença virtual, blogs, sites, redes sociais, etc. Geralmente, algumas mudanças iniciais já surtem efeito, como elevar a posição no Google.

2. Planejar os próximos passos

Depois de realizado o diagnóstico, o próximo passo é o planejamento. Com os resultados em mãos, a consultoria de marketing deve elaborar um novo plano de ação, condizente com a realidade daquela marca, alinhando os processos de abordagem com o público alvo, e apontar uma direção para a equipe responsável pelo marketing.

3. Orientar

Após a análise da situação, e com o planejamento pronto, a consultoria de marketing deve desenvolver um plano de ação. Aqui, devem ser apontadas soluções para os problemas encontrados, e direcionar para as atividades que apresentem maior potencial de sucesso.

O que uma consultoria de marketing não faz?

1. Execução

Como mencionamos, a consultoria tem o objetivo apenas de orientar. Não se deve esperar que eles se responsabilizem pela produção de conteúdo.

Existem algumas empresas que oferecem esses recursos, mas não é regra. O papel da consultoria é orientar e monitorar os resultados. Ela pode te indicar profissionais que cuidem do processo de alimentação das suas plataformas, mas não é regra que realizem essa atividade.

2. 24 horas de disponibilidade

Você deve se atentar ao modo como atua a agência, ou profissional que contratou para a consultoria. É importante acordar um método que funcione para ambas as partes: definir horários para reuniões, suporte, e questões. Definam um meio de comunicação para otimizar o tempo.

Quais as vantagens de contratar uma consultoria de marketing?

Conhecer seu público

Não reconhecer seu público alvo é uma das principais razões de baixos resultados. A consultoria de marketing te auxilia a identificar seu nincho, e desenvolver soluções de atingi-lo da maneira mais propícia ao sucesso.

Otimização de tempo

Nem sempre é possível ter tempo para realizar todas as tarefas de uma empresa, e a consultoria de marketing pode te ajudar a otimizar seu tempo, identificando onde estão os erros da sua abordagem, e te direcionar para melhores resultados. Assim, você economiza seu tempo com a certeza de que sua estratégia tem maior potencial de sucesso.

Foco nas estratégias

A consultoria de marketing irá focar no desenvolvimento de suas estratégias, apontando os problemas, e direcionando as soluções. Com uma equipe experiente focada nessa etapa, as chances de sucesso dobram.

E quando é necessário contratar uma consultoria de marketing?

É relativo. Cada empresa tem uma disponibilidade de recursos diferentes, e é necessário analisar suas necessidades. Se sua empresa tem condições mínimas de executar o projeto, como uma equipe ou até mesmo um funcionário dedicado ao marketing, e um orçamento destinado a área, já é possível considerar contratar uma consultoria.

E se você deseja obter melhores resultados, e não tem tempo para se dedicar ao desenvolvimento de estratégias de marketing, contrate uma empresa que te entende! 

 

 

Já sentiu que aquele post não engajou nadinha? É bem mais comum do que você imagina! Por isso, separamos algumas atitudes que devem ser evitadas na hora de publicar seu conteúdo.

Primeiro vamos definir alguns conceitos.

Atualmente o Instagram é uma das maiores ferramentas de marketing disponíveis no mercado.  Isso porque a plataforma é simples, acessível e bastante popular. É cada vez mais comum a criação de perfis para empresas, marcas, e  produção de conteúdo.  E com o aumento significativo de pessoas utilizando o Instagram para trabalhar, a rede social desenvolveu alguns recursos direcionados para esse público.

Dentro da plataforma, você pode categorizar o seu perfil (definir se é pessoal, ou para sua empresa/marca e setar seu segmento, dentro das opções disponibilizadas), adicionar links de contato, como telefones e emails, adicionar uma loja, e até mesmo criar um canal de vídeos (IGTV).

A plataforma oferece ainda informações sobre a atividade da sua conta. Por exemplo: Interações, alcance, e impressões. É bastante comum haver dúvidas na hora de entender a utilidade de cada uma, e por isso, faremos um rápido resumo sobre o que são.

O Instagram gera um relatório de cada post contendo informações sobre seu engajamento, ou seja, as interações que os usuários realizam com você e seu conteúdo: curtidas, visitas, comentários, compartilhamentos, etc. (É importante ressaltar que esse recurso só está disponível para contas categorizadas como comerciais ou figuras públicas). Para ter acesso a esse relatório basta clicar em “ver informações” na parte inferior da imagem publicada.

Ao clicar nesse botão, aparecem os números de impressões obtidas no seu post. Entre elas,o número de interações, que segundo o próprio Instagram são: “As ações que as pessoas executam quando se engajam com sua publicação.”Ou seja, ações que as pessoas realizaram a partir daquela publicação, curtidas, comentários, e o número de visitas ao seu perfil. Em seguida, apresenta o item descoberta, que indica o número de contas alcançadas, entre seguidores e não seguidores. Nesse campo, o Instagram também mostra o alcance, que é“o número de contas únicas que viram sua publicação” (definição do Instagram). Ou seja, o número de pessoas que entraram em contato com a publicação, sem contabilizar se a mesma conta viu o post mais de uma vez. E por último, as impressões, que é basicamente a quantidade de vezes que o post foi visto, na página inicial, dentro do seu perfil, e no explorar, contabilizando as repetições de visualização de um mesmo usuário.

*É possível obter a definição de cada item clicando no símbolo “i” circulado ao lado de cada um. 

Essa métricas são extremamente importantes para você poder ter conhecimento do seu engajamento atual na rede, e estudar como é possível melhorá-lo. E para isso, é necessário atentar-se a algumas coisinhas na hora de montar sua estratégia digital.

  1. NÃO utilize muitas hashtags genéricas. Ao utilizar muitas hashtags, seu post pode ser entendido como spam, e também a utilização de muitas hashtags genéricas, pode fazer com que você passe despercebido no explorar, e assim, seu conteúdo será considerado como irrelevante para o Instagram.
  2. NÃO  fazer stories com frequência. A plataforma espera presença, e o storie é a melhor maneira de marcar presença na rede social. É possível postar fotos e vídeos rápidos que ficarão disponíveis por 24 horas. Por isso, seja bastante presente através dos stories.
  3. NÃO edite legendas após postar. Sempre revise os textos da imagem, e a legenda antes da postagem. Ao editar a legenda pouco tempo após a publicação o Instagram entende que havia erros.
  4. Postar em horários diferentes, ou não postar com frequência. Assim como dito anteriormente, o Instagram gosta de frequência, e se você não posta regularmente você será penalizado pelo algorítimo. E na hora de postar, é importante atentar-se aos horários em que seus seguidores estarão online. Você não deixaria sua loja abandonada no horário de maior movimento, não é mesmo? No Instagram funciona da mesma maneira. Se você sabe que 14hrs é a hora que tem mais seguidores online, é nessa hora que devem ser realizadas as postagens. Quando os primeiros usuários interagirem com seu post, ele será impulsionado para mais pessoas ativas naquele momento.
  5. Postar imagens sem resolução. A plataforma consegue identificar quando as imagens tem a qualidade baixa, e a penalizam por isso diminuindo o impulsionamento.
  6. Postar, apagar e repostar. Segue a mesma lógica das legendas, o Instagram entende que havia erro, e consequentemente seu engajamento irá cair. Por isso, sempre revise tudo antes de publicar.
  7. Não planejar seu conteúdo. O seu engajamento depende muito do conteúdo dos seus posts. E para isso, é fundamental a organização. Defina os temas que quer abordar aquela semana, ou faça um planejamento mensal. Ao final de cada semana ou mês, analise seus números, assim podendo trabalhar na melhoria da sua estratégia, identificando os conteúdos mais relevantes para seu público.
  8. Postar várias fotos seguidas. Frequência não é sinônimo de bombardeamento. Ao postar várias fotos seguidas o Instagram entende como spam, e penaliza suas publicações.
  9. Ignorar interações. O Instagram é uma rede social. Ou seja, as pessoas esperam desenvolver relacionamentos com quem seguem. Responda comentários, mensagens, elogios e críticas.

Sempre fique atento as atitudes que podem derrubar seu engajamento. E se você deseja aumentar sua presença nas redes sociais mas não tem tempo para se dedicar, procure uma agência que te entende!

Com certeza você já deve ter ouvido falar, ou até mesmo visto muitos usuários na internet bombardeando posts com dezenas de hashtags. Por que eles fazem isso?

A hashtag é uma ferramenta que foi inicialmente popularizada no Twitter, e acabou se expandido para todas as outras redes sociais. Atualmente, é um recurso amplamente utilizado no Instagram. E é dessa plataforma que falaremos hoje.

Uma publicação é composta por vários elementos, como a imagem, texto, emojis, e as legendas, que é onde usamos e abusamos das hashtags. Cada item deve ser pensado estrategicamente para aumentar as chances de sucesso dos seus posts.

Pensando nesse contexto, a hashtag ocupa um lugar de destaque nessa composição, porque é a partir dela que outros usuários poderão interagir com seu conteúdo.

As hashtags são palavras ou frases acompanhadas do símbolo #, cerquilha, jogo da velha, ou sustenido (termo usado com mais frequência na música). Basicamente, elas funcionam como um mecanismo de busca.

Funciona assim: Quando algo é postado com determinada hashtag, por exemplo #lookdodia, seu post vai para um compilado de posts que também utilizaram a mesma frase. O instagram cria uma espécie de acervo, que os usuários acessam clicando nas hashtags, ou pesquisando diretamente pela barra de pesquisa.

E como podemos utilizar essa ferramenta para aumentar o engajamento do seu negócio nas plataformas virtuais?

Imagine se você pudesse ampliar o alcance dos seus posts para milhares de pessoas, de diferentes localidades e interesses? E é exatamente esse o poder das hashtags. O compilado de posts criado pelo Instagram a partir das hashtags, é como uma enorme e (quase) infinita vitrine na ponta dos dedos.

A utilização correta dessa ferramenta pode introduzir seu conteúdo para um audiência maior e por vezes, melhor direcionada. Mas como assim?

Adicionar a tag, ou as tags adequadas nos seus posts pode te ajudar a atrair novos seguidores, ter mais curtidas e consequentemente mais visibilidade para seu negócio.

Muitos perfis costumam usar as hashtags mais utilizadas no momento, como #instafood, #nofilter, ou algum assunto em pauta no momento, para tentar um alcance maior, e às vezes funciona. Mas esse também é um erro comum.

Dependendo do seu conteúdo, utilizar hashtags em alta pode até trazer alguns ganhos, mas não é a melhor maneira de aproveitar esse recurso. Pensa só: Você tem uma empresa no segmento de móveis e decoração, e utiliza constantemente a hashtag #instafood. Quando os usuários entram nessa “vitrine”, a maioria procura por publicações referentes a alimentação, e obviamente esse não é seu nincho. Assim, muitos usuários passarão por seu post mas sem interagir, já que não é o que eles procuram.

Direcionar o uso das hashtags é fundamental para que essa ferramenta funcione para você. Se você procura por tags populares que tem ligação com seu segmento é mais provável que alcance o público que deseja.

Você pode utilizar alguns critérios na hora da escolha, como: localização, seu segmento, o conteúdo do seu post, ou até mesmo criar uma hashtag exclusiva.

É possível sim criar uma tag própria. E é um ótimo mecanismo, diga-se de passagem. Assim, é possível reunir seus posts em uma hastag própria, além de criar uma associação do uso da frase com sua empresa.

Entretanto, não foque somente nas hashtags. Uma postagem, como dito anteriormente, é composta de muitos itens. E cada um deles deve ser executado de maneira que se destaque dos demais. Lembre-se, você estará em uma vitrine, e precisará chamar atenção se quiser quer as pessoas se interessem.

E quantas tags usar? Muita gente acredita que quanto mais usar, melhor. Mas não é bem assim. Primeiramente, é preciso atentar-se ao número máximo permitido pela plataforma que está utilizando. E além disso, o bombardeamento pode fazer com seu post perca o objetivo, e não alcance muitos perfis.

Dê um passeio pelas vitrines do Instagram e procure pelas tags mais populares para você. O direcionamento do conteúdo é a melhor maneira de atingir seu público alvo.

 

 

 

 

 

A internet se tornou uma importante aliada do comércio nos últimos anos, e em tempos de pandemia muitas empresas tiveram que adaptar seus negócios para o mundo virtual.

Com a recomendação de isolamento social, as empresas precisaram buscar novos meios de se comunicar com seus clientes. As estratégias de investimento em marketing, e a migração para plataformas de vendas online cresceram bastante durante a crise econômica causada pelo novo Coronavírus.

As vantagens de um negócio virtual são muitas: Redução de gastos com funcionário, não tem gastos como água, energia e aluguel, e claro, a praticidade para os clientes. É possível comprar a qualquer hora (conveniência e comodidade), e o cliente pode comparar os preços de maneira mais rápida e fácil.

Porém, se aventurar no mundo do comércio eletrônico requer organização e planejamento, assim como em uma loja física, o background, como a gestão financeira e administração devem ser efetivas. Por isso, montamos esse artigo para tentar responder algumas dúvidas que você tem a respeito do e-commerce.

O que é um e-commerce?

E-commerce é a abreviação de eletronic commerce (comércio eletrônico). Nesse modelo de comércio, a empresa tem a sua estrutura toda montada virtualmente, desde a compra até o atendimento ao cliente. O e-commerce vai muito além da criação de um site. É a busca por tentar manter a experiência do cliente semelhante a vida real.

Qual a diferença entre e-commerce, loja virtual e marketplace?

O e-commerce difere da loja virtual por ser mais que apenas um portal de vendas, ele envolve uma gama de processos que se assemelham aos processos físicos. Dessa maneira, a loja virtual é necessária ao e-commerce, mas não é tudo.

A grande diferença dessas modalidades de vendas, é que o e-commerce consiste em uma única empresa, enquanto o marketplace é uma plataforma comum, que reúne produtos de diversas empresas. Nesse caso, a plataforma é responsável pelas transações financeiras, e às vezes assume responsabilidade parcial sobre entrega, e qualidade do produto. É uma ferramenta mais simples, porque a estrutura já está pronta. Basta fazer o cadastro e a catalogação dos produtos.

Outra diferença, e ponto positivo do E-commerce, é montar uma plataforma personalizada, com a cara do seu negócio.

Algumas das principais plataformas de Marketplace são: OLX, Mercado Livre, e a gigante Amazon.

Tipos de E-commerce

Existem vários tipos de e-commerce, sendo um deles o próprio Marketplace. Outra categorias são:

 B2B (Business to Business)

Esse é o caso de comércio entre empresas, ou seja, é comum em casos cujo os maiores clientes são outras empresas, como na venda matérias-primas.  É um pouco mais complexo, e requer um sistema que trabalhe de acordo com as condições do mercado, avaliando os fatores como aconteceria em uma transação física,  como tabela de preços, pedido mínimo, regras para transporte e cadastramento.

B2C (Business to Client)

Nesse caso, o público alvo são os consumidores finais, pessoas físicas. Podem ser comercializados qualquer tipo de produtos, como roupas, móveis, eletrônicos, cosméticos, games, itens de decoração, artesanato, livros, etc.

C2B (Consumer to Business)

Acontece quando o consumidor oferece serviços por meio de uma plataforma digital, muito comum para freelancers e autônomos, que não tem vínculos com nenhuma empresa, mas fornecem serviços para pessoas jurídicas.

Alguns sites que oferecem esse recurso são: 99Freelas e Workana.

C2C (Consumer to Consumer)

É o caso da OLX, e Bom Négocio. Plataformas que proporcionam negociação direta entre consumidores.

E-commerce para atacado e varejo

Além do sistema mais complexo, o e-commerce trabalha com vendas em grandes quantidades. Por isso, é necessária maior preocupação em logística, como na hora da entrega. Uma solução é facilitar a retirada dos produtos pessoalmente.

Como dito anteriormente, o comércio virtual consegue manter um preço mais acessível devido a redução de custos estruturais, e por isso se torna um grande concorrente das lojas físicas.

Já o E-commerce varejista trabalha com vendas em pequenas quantidades, o que requer atenção na hora de montar um sistema eficaz. É necessário que a plataforma consiga se comunicar com o controle de estoque, para evitar a venda de produtos que não estão mais disponíveis no estoque.

Existe E-commerce de produtos virtuais?

Quando falamos sobre E-commerce, é natural que a primeira ideia seja sobre os produtos físicos. Mas a comercialização de produtos virtuais, como e-books, filmes digitais, e softwares também é possível.

E-commerce de produtos virtuais, consistem em vender conteúdo e informação, como é o caso dos exemplos citados acima. Aqui é possível contornar alguns problemas anteriormente apresentados, como a limitação do estoque, e a entrega.

Entretanto, a pirataria é um problema recorrente. Desse modo, a atenção deve ser redobrada em medidas para evitar o vazamento de produtos, já que a concorrência ilegal é grande.

Vantagens do E-commerce

  1. Controle de informações para montar a melhor logística: É possível acessar o número de vezes que um produto foi visualizado, assim tem-se um norte para desenvolver decisões futuras.
  2. Personalização da plataforma: Diferente do Marketplace, a criação de um E-commerce oferece a possibilidade de personalização do site, dando toda a liberdade na hora de criar um layout que tenha a cara da sua empresa.
  3. Redução de custos: Como dito anteriormente, uma grande vantagem de manter um comércio eletrônico, é não precisar se preocupar com espaço físico, gastos de energia e água, e uma redução significativa no corpo de funcionários. Os gastos da criação de um e-commerce consistem na compra de um domínio, hospedagem, e manter um acesso adequado a internet e computadores.
  4. Vendas simultâneas: O e-commerce possibilita que sejam feitas diversas vendas ao mesmo tempo sem que a experiência do cliente sofra interferências, como a falta de vendedores disponíveis, e a fila de espera no caixa, por exemplo.
  5. Flexibilidade de horários: A possibilidade de gerenciar seu empreendimento de onde estiver, é um grande atrativo do e-commerce. Dessa forma, você pode administrar melhor seu tempo.

Como criar um E-commerce?

Agora que você já conhece mais sobre o assunto, é hora de colocar em prática!

Defina o que deseja vender 

Caso ainda não tenha uma loja, defina o produto que deseja comercializar. Físico ou virtual? É importante se atentar as especificidades de cada modalidade de venda.

Pesquise outras empresas que comercializam o mesmo produto, e estude um pouco sobre elas. Suas plataformas, estratégias de marketing, e monte a sua estrutura buscando se diferenciar da concorrência.

Monte sua identidade visual

Escolha o nome do seu negócio, e crie sua logo marca. Se possível, procure profissionais especializados na área, porque dessa forma, você pode otimizar esse passo, e montar uma identidade visual que impacte e converse com seu público da melhor maneira possível.

Crie seu site

Esse é o passo que requer mais organização e planejamento. Afinal, toda a experiência da sua empresa será feita através da ferramenta. Por isso, escolha um domínio que seja de fácil memorização, e que esteja disponível para uso.

Também é possível utilizar templates já disponíveis na internet, bastando adaptar às suas necessidades, como o WordPress.

Escolha um bom servidor 

A escolha de um bom servidor é essencial para que sua loja funcione sem problemas técnicos, como lentidão, ou páginas caindo.

Planeje um sistema de cobranças

Aqui, você pode optar por pela criação de um sistema direto, ou seja, dentro do próprio site, que é oferece um checkout mais prático para os usuários. Mas com o grande aumento de crimes virtuais, muitos clientes tem medo de colocar seus dados em sites desconhecidos. Para tentar evitar esse problema, você pode optar também por mecanismos indiretos de pagamento, como o Paypal ou PagSeguro.

Faça a logística de estoque e entrega

Fique atento na hora de criar uma demanda de produtos, evitando o acúmulo que  se torna um problema, quando encalhados, sendo necessárias estratégias como promoções para evitar prejuízo. E também evite que os produtos fiquem em falta.

Os detalhes são extremamente importantes. Observe as necessidades de armazenamento de cada produto, como as condições de estocagem adequadas. Principalmente na hora de enviar.

Analise as opções de transporte. Muitos e-commerces utilizam os correios, que é bastante acessível. Entretanto, é necessário considerar os transportes adequados para cada produto, e a urgência dos clientes.

Parcerias com transportadoras devem ser cuidadosamente analisadas, com base no volume de despachos e área de cobertura.

Ferramentas de atendimento ao cliente

Os canais de comunicação com os clientes devem ser eficazes. A plataforma deve oferecer um canal de atendimento para consumidores insatisfeitos, onde eles podem solicitar troca, reembolso, ou deixar algum feedback.

A falta desses canais fará a reputação da empresa cair, e o número de reclamações em sites destinados a isso causará reflexo negativo no faturamento da empresa.

E então? Pronto para se aventurar no E-commerce?

 

 

 

 

 

 

Nesta segunda-feira (11), o Instagram lançou o sticker interativo “Compra Local” para o Storie. A nova ferramenta tem como objetivo a divulgação de empresas locais afetadas pela crise econômica causada pela pandemia.

A intenção é que os negócios locais recebam mais visualizações, e sejam recomendados por outras pessoas. Ao ser adicionado ao storie, o sticker mostra as três últimas postagens da página, e permite que os seguidores visitem o perfil da empresa.

Os stories publicados com o sticker “Apoie as pequenas empresas”, serão adicionados a um compilado chamado “Compra Local” que reúne as publicações de comércios próximos ao usuário.

 

Para utilizá-lo, basta ir acessar seu Story, selecionar a imagem que deseja, e apertar o botão “sticker” no canto superior direito da tela;

Em seguida, selecione o adesivo “Apoie as pequenas empresas” ;

Mencione a empresa que deseja divulgar;

E por último, posicione-o na imagem. Toque o sticker caso queira ocultar ou exibir as últimas publicações da empresa.

A ferramenta também está disponível no Facebook, por meio da hashtag #Apoieaspequenasempresas. Ao clicar na hashtag, o usuário é redirecionado a uma página onde é possível visualizar as publicações de outros negócios locais.

O Facebook também anunciou o “Empresas nas redondezas”, que consiste em um mecanismo onde os usuários poderão encontrar comércios da região, entrar em contato, e realizar pedidos, como pedir comida, ou comprar os produtos.

A inciativa além da divulgação, também incetiva os pequenos empresários nesse momento delicado para a economia.

 

 

 

 

Ligamos para Você!


Seu número de telefone não será usado para fins de marketing